O governo do Rio de Janeiro vai destinar R$ 4,5 milhões para que 14 municípios do entorno da Baia de Guanabara elaborem planos regionais de saneamento da região, em atendimento a uma das exigências do Comitê Olímpico Internacional (COI) para a Olimpíada de 2016.
De acordo com o subsecretário estadual do Ambiente, Luiz Firmino, o objetivo é tratar a totalidade dos esgotos que vão hoje para a Baía de Guanabara e torná-la inteiramente limpa. Firmino disse que um estudo mostra o que já existe e o que ficou do antigo Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG).
Segundo Firmino, o conjunto de obras inclui a interligação dos coletores-tronco com as estações de tratamento, além da construção de novas estações. "Basicamente, vamos colocar as estações do PDGB, que não estavam em uso, em pleno funcionamento. O programa permitirá que voltemos a ter a Baía de Guanabara em condições sanitárias.”
As intervenções beneficiarão o Rio de Janeiro e municípios da Baixada Fluminense, além de Itaboraí e São Gonçalo. Atualmente, 30% do esgoto fluminense é tratado. A intenção é dobrar esse número até 2016. Para isso, o projeto foi submetido ao Banco Interamericano de Desenvolvimento, que aprovou R$ 800 milhões de recursos para as ações, com contrapartida do estado de R$ 330 milhões.
Para a presidente da organização não governamental (ONG) Instituto Baía de Guanabara, Dora Hees, muito pouco foi feito nos últimos anos a respeito dos esgotos domésticos. A ambientalista, no entanto, afirmou que houve grandes avanços na questão de despejo de resíduos industriais. Dora Hees apontou o lixo urbano como um dos grandes inimigos da Baía da Guanabara.
Ela defendeu a realização de uma grande campanha sobre o lixo, porque todos os resíduos urbanos que ficam espalhados no chão são levados pelas águas da chuva para os rios e para a baía. "Tratar 100% do esgoto de uma população muito grande é difícil. É preciso ter a colaboração de todos, que precisam estar informados do mal que causam”, disse a ambientalista.
Fonte: Agência Brasil
Blog destinado a reunir notícias sobre os esforços do Brasil em ajudar as vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro. Aqui, você vai encontrar as notícias sobre os trabalhos do Governo Federal na mobilização da ajuda, bem como ter acesso a imagens, vídeos, áudios e serviços para a população afetada.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Banco Mundial empresta US$ 20 mi para recuperação da agricultura na região serrana do RJ
O Banco Mundial anunciou na quarta-feira, 16 de fevereiro, um crédito de US$ 20 milhões (cerca de R$ 34 milhões) ao governo do estado do Rio de Janeiro. A verba será utilizada para financiar a recuperação da agricultura da região serrana do estado, fortemente afetada pelas chuvas de janeiro. Segundo a Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária, o empréstimo será pago em 28 anos.
De acordo com a secretaria, o dinheiro será investido na recuperação de propriedades de cerca de 500 agricultores, que tiveram suas terras totalmente destruídas pelas enxurradas. Além disso, o governo também investirá o dinheiro na recuperação de estradas vicinais.
O governo do Rio de Janeiro anunciou ainda o investimento de R$ 20 milhões para construção de residências nas áreas rurais dos municípios atingidos pelas chuvas. Inicialmente, 500 casas devem ser construídas.
Fonte: Agência Brasil
De acordo com a secretaria, o dinheiro será investido na recuperação de propriedades de cerca de 500 agricultores, que tiveram suas terras totalmente destruídas pelas enxurradas. Além disso, o governo também investirá o dinheiro na recuperação de estradas vicinais.
O governo do Rio de Janeiro anunciou ainda o investimento de R$ 20 milhões para construção de residências nas áreas rurais dos municípios atingidos pelas chuvas. Inicialmente, 500 casas devem ser construídas.
Fonte: Agência Brasil
Campanha dos Correios arrecada mais de 100 toneladas de donativos
Campanha dos Correios arrecada mais de 100 toneladas de donativos
Em menos de um mês de campanha, os Correios arrecadaram 103 toneladas de donativos para as vítimas das enchentes do Rio de Janeiro.
A campanha Correios Solidariedade Expressa foi iniciada em 24 de janeiro e encerrada na quarta-feira, 16 de fevereiro. Nesse período, as agências dos Correios de todo o Brasil aceitaram a postagem gratuita de donativos — alimentos não perecíveis, vestuário, roupas de cama, mesa e banho, calçados, tendas e barracas. Os produtos foram encaminhados à Defesa Civil do Rio de Janeiro.
As ações de ajuda a desabrigados são desencadeadas pela ECT sempre que solicitadas pelo governo federal ou governos estaduais, em casos de calamidade pública, por meio da campanha.
Mais informações: imprensa@correios.com.br
www.correios.com.br
(61) 3426-2014 / fax (61) 3426-2980
Fonte: Correios
Em menos de um mês de campanha, os Correios arrecadaram 103 toneladas de donativos para as vítimas das enchentes do Rio de Janeiro.
A campanha Correios Solidariedade Expressa foi iniciada em 24 de janeiro e encerrada na quarta-feira, 16 de fevereiro. Nesse período, as agências dos Correios de todo o Brasil aceitaram a postagem gratuita de donativos — alimentos não perecíveis, vestuário, roupas de cama, mesa e banho, calçados, tendas e barracas. Os produtos foram encaminhados à Defesa Civil do Rio de Janeiro.
As ações de ajuda a desabrigados são desencadeadas pela ECT sempre que solicitadas pelo governo federal ou governos estaduais, em casos de calamidade pública, por meio da campanha.
Mais informações: imprensa@correios.com.br
www.correios.com.br
(61) 3426-2014 / fax (61) 3426-2980
Fonte: Correios
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Rio: Dados atualizados (18h)
Brasília – Os últimos números recebidos pela Defesa Civil do Rio de Janeiro referentes aos desastres provocados pelas fortes chuvas na região Serrana são: 91.848 pessoas afetadas, 9.919 desabrigados; 21. 341 desalojados e 873 óbitos.
Dos 24 municípios atingidos – Angra dos Reis, Areal, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Cambuci, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Macuco, Mangaratiba, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Paraty, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São Fidelis, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Sumidouro, Teresópolis, Trajano de Moraes e Três Rios – sete decretaram estado de calamidade pública: Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, e Teresópolis. E três decretaram situação de emergência: Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci e Sapucaia.
O Ministério da Integração Nacional já disponibilizou a pedido da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio de Janeiro (CEDC/RJ) 4 mil cestas de alimentos para o estado. Cada cesta de alimento tem 24,3kg e atende uma família de cinco pessoas por aproximadamente 15 dias. Nenhuma outra solicitação de assistência humanitária foi feita até o momento.
Os números contabilizados nessa planilha são referentes às ocorrências de todos os municípios do estado no mês de janeiro, e não apenas aos mais divulgados pela mídia. Vale salientar que os dados dos desastres relacionados são dinâmicos, razão pela qual podem sofrer alterações constantes.
Planilha de ocorrências do Rio de Janeiro em janeiro de 2011
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Integração Nacional
Dos 24 municípios atingidos – Angra dos Reis, Areal, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Cambuci, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Macuco, Mangaratiba, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Paraty, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São Fidelis, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Sumidouro, Teresópolis, Trajano de Moraes e Três Rios – sete decretaram estado de calamidade pública: Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, e Teresópolis. E três decretaram situação de emergência: Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci e Sapucaia.
O Ministério da Integração Nacional já disponibilizou a pedido da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio de Janeiro (CEDC/RJ) 4 mil cestas de alimentos para o estado. Cada cesta de alimento tem 24,3kg e atende uma família de cinco pessoas por aproximadamente 15 dias. Nenhuma outra solicitação de assistência humanitária foi feita até o momento.
Os números contabilizados nessa planilha são referentes às ocorrências de todos os municípios do estado no mês de janeiro, e não apenas aos mais divulgados pela mídia. Vale salientar que os dados dos desastres relacionados são dinâmicos, razão pela qual podem sofrer alterações constantes.
Planilha de ocorrências do Rio de Janeiro em janeiro de 2011
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Integração Nacional
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Força tarefa da Defesa Civil Nacional vai analisar prevenção a desastres
01/02/2011 12:34 - Portal Brasil
Uma força tarefa deverá analisar nos próximos 30 dias todos os pedidos de recursos federais para obras de prevenção a desastres em tramitação na Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional. O objetivo é acelerar a tramitação das propostas de convênios e iniciar o mais rapidamente possível a execução dos projetos.
O anúncio foi feito na segunda-feira (31), em Brasília, pelo ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, em pronunciamento na abertura da primeira reunião do reformulado Conselho Nacional de Defesa Civil (Condec), convocada para informar as ações do governo federal em apoio às vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro e em outros estados.
Participaram do evento representantes do Acre, Amazonas, Maranhão, Bahia, Pernambuco, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.
O ministro declarou que, por determinação da presidenta Dilma Rousseff, serão realizados estudos para modelar a nova estrutura do Sistema Nacional de Defesa Civil, com a adoção de políticas mais efetivas de prevenção a desastres. Ele informou ainda que será criada uma linha de financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 600 milhões, para custear a estruturação dos órgãos de defesa civil.
Outra iniciativa anunciada foi a realização de um seminário internacional sobre defesa civil, com presença de representantes do setor de diversos países, com o objetivo de compartilhar e difundir políticas e práticas de sucesso adotadas na prevenção de desastres, além de subsidiar o planejamento de ações a serem estruturadas no Brasil.
Durante a reunião ficou acertada também a criação de uma comissão especial que terá prazo de 60 dias para apresentar um relatório com foco no diagnóstico das recentes tragédias naturais ocorridas no País e apresentar propostas indicando medidas de prevenção, pronta resposta e recuperação de áreas atingidas, com o propósito de reduzir os efeitos dos desastres.
Maurício Muniz, representante do Ministério do Planejamento, falou sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no âmbito da prevenção a desastres. Segundo ele, a previsão é aplicar R$ 11 bilhões em projetos de prevenção de riscos e contenção de encostas em localidades com histórico de deslizamentos, e na redução de áreas vulneráveis.
O Conselho Nacional de Defesa Civil é composto por 15 membros efetivos, e tem representação do governo federal, estados, municípios e entidades da sociedade civil. A próxima reunião do Condec ficou pré-agendada para a primeira quinzena de março.
Fonte:
Ministério da Integração Nacional
Uma força tarefa deverá analisar nos próximos 30 dias todos os pedidos de recursos federais para obras de prevenção a desastres em tramitação na Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional. O objetivo é acelerar a tramitação das propostas de convênios e iniciar o mais rapidamente possível a execução dos projetos.
O anúncio foi feito na segunda-feira (31), em Brasília, pelo ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, em pronunciamento na abertura da primeira reunião do reformulado Conselho Nacional de Defesa Civil (Condec), convocada para informar as ações do governo federal em apoio às vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro e em outros estados.
Participaram do evento representantes do Acre, Amazonas, Maranhão, Bahia, Pernambuco, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.
O ministro declarou que, por determinação da presidenta Dilma Rousseff, serão realizados estudos para modelar a nova estrutura do Sistema Nacional de Defesa Civil, com a adoção de políticas mais efetivas de prevenção a desastres. Ele informou ainda que será criada uma linha de financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 600 milhões, para custear a estruturação dos órgãos de defesa civil.
Outra iniciativa anunciada foi a realização de um seminário internacional sobre defesa civil, com presença de representantes do setor de diversos países, com o objetivo de compartilhar e difundir políticas e práticas de sucesso adotadas na prevenção de desastres, além de subsidiar o planejamento de ações a serem estruturadas no Brasil.
Durante a reunião ficou acertada também a criação de uma comissão especial que terá prazo de 60 dias para apresentar um relatório com foco no diagnóstico das recentes tragédias naturais ocorridas no País e apresentar propostas indicando medidas de prevenção, pronta resposta e recuperação de áreas atingidas, com o propósito de reduzir os efeitos dos desastres.
Maurício Muniz, representante do Ministério do Planejamento, falou sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no âmbito da prevenção a desastres. Segundo ele, a previsão é aplicar R$ 11 bilhões em projetos de prevenção de riscos e contenção de encostas em localidades com histórico de deslizamentos, e na redução de áreas vulneráveis.
O Conselho Nacional de Defesa Civil é composto por 15 membros efetivos, e tem representação do governo federal, estados, municípios e entidades da sociedade civil. A próxima reunião do Condec ficou pré-agendada para a primeira quinzena de março.
Fonte:
Ministério da Integração Nacional
Posto móvel do Ministério Público cadastra desaparecidos nas enchentes
01/02/2011 11:21 - Portal Brasil
O posto móvel do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), encarregado do cadastramento das pessoas desaparecidas nas chuvas do último dia 12, que costumava ficar em bairros próximos do centro de Teresópolis, já seguiu para a zona rural do município. A informação foi dada pelo promotor de Justiça Pedro Mourão, responsável pelo Programa de Identificação de Vítimas (PIV) do MPRJ.
“No que diz respeito à base avançada de Teresópolis, o posto móvel está se deslocando para áreas mais distantes do centro em busca do atendimento à população da área rural. Mas é bom lembrar que o PIV também tem bases avançadas em Petrópolis e Nova Friburgo. E que essa ação que está se iniciando em Teresópolis também se estenderá às outras duas cidades”, disse Mourão.
Pedro Mourão não soube adiantar o número de pessoas cadastradas a partir do PIV neste primeiro dia de levantamento na área rural de Teresópolis porque o posto avançado, até o início da noite de segunda-feira (31), ainda não havia passado informações para o Ministério Público na capital. Mourão esclareceu que o sistema de dados de coleta é atualizado diariamente a partir das informações fornecidas pelos parentes dos desaparecidos.
“A partir do registro feito pelos familiares, os dados são confrontados com informações do Instituto Félix Pacheco (IFP), do Instituto Medico Legal (IML) e do próprio Detran, de forma a que a gente possa ir localizando ou não as pessoas. O objetivo do PIV é chegar à lista pura. Ou seja, objetivamente, se as pessoas registradas foram identificas ou com vida ou entre os corpos localizados”.
Para o cadastramento das pessoas desaparecidas é necessário que o declarante saiba informar as características físicas e, se possível, apresente uma fotografia da pessoa desaparecida e o número de algum documento de identidade.
Fonte:
Agência Brasil
O posto móvel do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), encarregado do cadastramento das pessoas desaparecidas nas chuvas do último dia 12, que costumava ficar em bairros próximos do centro de Teresópolis, já seguiu para a zona rural do município. A informação foi dada pelo promotor de Justiça Pedro Mourão, responsável pelo Programa de Identificação de Vítimas (PIV) do MPRJ.
“No que diz respeito à base avançada de Teresópolis, o posto móvel está se deslocando para áreas mais distantes do centro em busca do atendimento à população da área rural. Mas é bom lembrar que o PIV também tem bases avançadas em Petrópolis e Nova Friburgo. E que essa ação que está se iniciando em Teresópolis também se estenderá às outras duas cidades”, disse Mourão.
Pedro Mourão não soube adiantar o número de pessoas cadastradas a partir do PIV neste primeiro dia de levantamento na área rural de Teresópolis porque o posto avançado, até o início da noite de segunda-feira (31), ainda não havia passado informações para o Ministério Público na capital. Mourão esclareceu que o sistema de dados de coleta é atualizado diariamente a partir das informações fornecidas pelos parentes dos desaparecidos.
“A partir do registro feito pelos familiares, os dados são confrontados com informações do Instituto Félix Pacheco (IFP), do Instituto Medico Legal (IML) e do próprio Detran, de forma a que a gente possa ir localizando ou não as pessoas. O objetivo do PIV é chegar à lista pura. Ou seja, objetivamente, se as pessoas registradas foram identificas ou com vida ou entre os corpos localizados”.
Para o cadastramento das pessoas desaparecidas é necessário que o declarante saiba informar as características físicas e, se possível, apresente uma fotografia da pessoa desaparecida e o número de algum documento de identidade.
Fonte:
Agência Brasil
Especialistas vão mapear encostas da região serrana do Rio
01/02/2011 11:12 - Portal Brasil
O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM/RJ) inicia esta semana o remapeamento das encostas nos municípios da região serrana fluminense atingidos pelas fortes chuvas deste mês, para avaliar o risco que ainda há nos locais. O serviço consiste num detalhamento maior que o mapeamento emergencial feito assim que as cidades serranas foram atingidas por enxurradas e deslizamentos de terra.
Para isso, o órgão, vinculado à Secretaria Estadual de Desenvolvimento, contará com o reforço de 11 geólogos da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), além de especialistas das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Pontifícia Universidade Católica (PUC), Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).
A informação foi dada na segunda-feira (31) pelo presidente do DRM/RJ, Flavio Erthal. O órgão elaborou 128 laudos emergenciais sobre riscos geológicos iminentes nos municípios de Nova Friburgo e Teresópolis, os mais afetados pela tragédia que vitimou quase 900 pessoas na região serrana do estado. Os laudos foram feitos em apoio à Defesa Civil das cidades. “Eles [os técnicos] orientam a Defesa Civil onde estão as áreas com risco iminente, que os obrigam a retirar as pessoas ou a tomar providências naquele ponto do território”.
O trabalho, agora, consiste em elaborar os laudos conclusivos, que trazem um mapeamento mais detalhado das localidades atingidas. “Para confirmar se aquela área tem que ser desocupada ou não. A gente quer fazer o mapeamento de áreas possíveis de cair, que é o mapeamento sistemático das áreas de risco”, explicou o geólogo. O DRM/RJ está realizando também outro laudo de avaliação das futuras áreas de reassentamento em Bom Jardim, Nova Friburgo e Teresópolis.
Segundo Erthal, o DRM/RJ manterá bases fixas em Teresópolis e Nova Friburgo até o dia 12 de fevereiro. Na segunda-feira (31), dirigentes do órgão reuniram-se com os colaboradores para discutir a metodologia do trabalho que será efetuado em conjunto na região e a distribuição das equipes.
Para o presidente do DRM/RJ, o conceito de mapeamento de risco deverá ser revisto depois da tragédia no estado do Rio e a metodologia terá que ser adaptada para que se possa ter uma resposta mais rápida no caso da possibilidade da ocorrência de desastres. Segundo Erthal, será uma metodologia associada a sistemas de alarme e radar.
Fonte:
Agência Brasil
O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM/RJ) inicia esta semana o remapeamento das encostas nos municípios da região serrana fluminense atingidos pelas fortes chuvas deste mês, para avaliar o risco que ainda há nos locais. O serviço consiste num detalhamento maior que o mapeamento emergencial feito assim que as cidades serranas foram atingidas por enxurradas e deslizamentos de terra.
Para isso, o órgão, vinculado à Secretaria Estadual de Desenvolvimento, contará com o reforço de 11 geólogos da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), além de especialistas das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Pontifícia Universidade Católica (PUC), Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).
A informação foi dada na segunda-feira (31) pelo presidente do DRM/RJ, Flavio Erthal. O órgão elaborou 128 laudos emergenciais sobre riscos geológicos iminentes nos municípios de Nova Friburgo e Teresópolis, os mais afetados pela tragédia que vitimou quase 900 pessoas na região serrana do estado. Os laudos foram feitos em apoio à Defesa Civil das cidades. “Eles [os técnicos] orientam a Defesa Civil onde estão as áreas com risco iminente, que os obrigam a retirar as pessoas ou a tomar providências naquele ponto do território”.
O trabalho, agora, consiste em elaborar os laudos conclusivos, que trazem um mapeamento mais detalhado das localidades atingidas. “Para confirmar se aquela área tem que ser desocupada ou não. A gente quer fazer o mapeamento de áreas possíveis de cair, que é o mapeamento sistemático das áreas de risco”, explicou o geólogo. O DRM/RJ está realizando também outro laudo de avaliação das futuras áreas de reassentamento em Bom Jardim, Nova Friburgo e Teresópolis.
Segundo Erthal, o DRM/RJ manterá bases fixas em Teresópolis e Nova Friburgo até o dia 12 de fevereiro. Na segunda-feira (31), dirigentes do órgão reuniram-se com os colaboradores para discutir a metodologia do trabalho que será efetuado em conjunto na região e a distribuição das equipes.
Para o presidente do DRM/RJ, o conceito de mapeamento de risco deverá ser revisto depois da tragédia no estado do Rio e a metodologia terá que ser adaptada para que se possa ter uma resposta mais rápida no caso da possibilidade da ocorrência de desastres. Segundo Erthal, será uma metodologia associada a sistemas de alarme e radar.
Fonte:
Agência Brasil
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