03/06/2011 12:15 - Portal Brasil
A presidenta Dilma Rousseff anuncia nesta sexta-feira (3), no Rio de Janeiro, a realização de um conjunto de obras do Plano de Recuperação da Região Serrana do Estado, que teve, no início do ano, municípios devastados pelas chuvas e enxurradas, com um saldo de quase mil mortos, centenas de desaparecidos e milhares de pessoas desabrigadas ou desalojadas.
Segundo o secretário estadual e Obras em exercício, Hudson Braga, as obras envolvem recursos de R$ 700 milhões e marcarão o início do plano de recuperação da região. “São obras diversas que vão desde o chamamento público para a construção de unidades habitacionais até uma série de contenção de encostas e recuperação de pontes”.
Para Hudson Braga, atrelado à construção de unidades habitacionais haverá um pacote de obras com o objetivo de dotar os terrenos onde serão construídas as unidades de toda a infraestrutura necessária para que os moradores possam viver com dignidade. “Nós estaremos dotando as áreas de condições de transporte adequadas, energia, água e esgoto. É um conjunto de realizações que envolvem recursos de R$ 700 milhões”.
O secretário em exercício ressaltou que o pacote vai beneficiar os sete municípios atingidos pelas chuvas do início de janeiro. Ele explicou que as obras iniciais serão de contenção de encostas (nos três maiores municípios e que foram os mais atingidos – Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo) e reconstrução de pontes. As obras estão previstas para começar na próxima segunda-feira (6).
Braga esclareceu, no entanto, que na verdade os trabalhos já vêm sendo feitos, já que em situações de emergência como a que ocorreu na região, há iniciativas que precedem o início das obras. “É o levantamento topográfico, a sondagem das áreas, toda uma gama de ações que já vêm sendo feitas desde os dias seguintes à tragédia".
Empréstimo de US$ 485 milhões
O Banco Mundial (Bird) vai liberar empréstimo de US$ 485 milhões, em um mês, para a recuperação da região serrana do Rio de Janeiro. O recurso havia sido anunciado anteriormente, mas agora foi confirmado.
A informação foi divulgada na quinta-feira (2) pelo secretário estadual da Casa Civil, Régis Fichtner, após reunião com o presidente do Bird, Robert Zoellick, com o governador Sérgio Cabral e o prefeito do Rio, Eduardo Paes.
“Esses US$ 485 milhões vão ser utilizados, em grande parte, para as obras de recuperação da região serrana, incluindo contenção de encostas. Os recursos já estão em fase final de serem liberados. Acredito que em mais um mês já estamos com a primeira remessa do dinheiro”, disse Fichtner.
Fonte:
Agência Brasil
Blog destinado a reunir notícias sobre os esforços do Brasil em ajudar as vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro. Aqui, você vai encontrar as notícias sobre os trabalhos do Governo Federal na mobilização da ajuda, bem como ter acesso a imagens, vídeos, áudios e serviços para a população afetada.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Concerto Solidário no Teatro Nacional de Brasília em prol das vítimas das chuvas no Rio
A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência do maestro Cláudio Cohen, e com a participação do bandolinista e compositor Hamilton de Holanda, realizam nesta terça-feira (22), em Brasília, um concerto em prol das vítimas dos municípios da região serrana do estado do Rio de Janeiro, atingidas por enchentes e desabamentos no último mês de janeiro.
O Concerto Solidário será apresentado, às 20h, na sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional. O programa inclui a Bachiana nº 4, de Heitor Villa Lobos; a Suite Retratos, de Radamés Gnattali; Dança Brasileira, de Camargo Guarnieri; Flor da Vida, de Hamilton de Holanda e Pros Anjos, também de Hamilton de Holanda. A Bachiana nº 4 foi escolhida em 1979, pelo então maestro Claudio Santoro, para inaugurar a sala Villa-Lobos do Teatro Nacional.
Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) e poderão ser adquiridos nas bilheterias do Teatro Nacional, que fica no Setor Cultural Norte, na Asa Norte de Brasília. O valor será integralmente depositado nas contas oficiais de arrecadação das prefeituras de Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis. O telefone para mais informações é 61 3325-6240.
O bandolinista Hamilton de Holanda é bacharel em composição pela Universidade de Brasília (UnB), já lecionou na Escola de Choro Raphael Rabello. Nascido no Rio de Janeiro, mudou-se em 1977 para Brasília com a família. Começou a tocar aos 5 anos e se apresenta desde os 6. Ganhou fama em 1995, quando foi considerado o melhor intérprete no II Festival de Choro do Rio de Janeiro, com “Destroçando a macaxeira”, que ficou em segundo lugar como composição.
Atualmente toca com um quinteto formado por André Vasconcellos, Daniel Santiago, Gabriel Grossi e Marcio Bahia.Com o irmão Fernando César formou o grupo Dois de Ouro e ao longo de sua carreira fez parceria com vários artistas renomados. Habilidoso, Hamilton inventou uma técnica com a qual consegue reproduzir toda a orquestra em um bandolim de 10 cordas. Segundo Hamilton, o instrumento vira uma mini-orquestra e o efeito é bem interessante.
Fonte: Portal Brasil
O Concerto Solidário será apresentado, às 20h, na sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional. O programa inclui a Bachiana nº 4, de Heitor Villa Lobos; a Suite Retratos, de Radamés Gnattali; Dança Brasileira, de Camargo Guarnieri; Flor da Vida, de Hamilton de Holanda e Pros Anjos, também de Hamilton de Holanda. A Bachiana nº 4 foi escolhida em 1979, pelo então maestro Claudio Santoro, para inaugurar a sala Villa-Lobos do Teatro Nacional.
Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) e poderão ser adquiridos nas bilheterias do Teatro Nacional, que fica no Setor Cultural Norte, na Asa Norte de Brasília. O valor será integralmente depositado nas contas oficiais de arrecadação das prefeituras de Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis. O telefone para mais informações é 61 3325-6240.
O bandolinista Hamilton de Holanda é bacharel em composição pela Universidade de Brasília (UnB), já lecionou na Escola de Choro Raphael Rabello. Nascido no Rio de Janeiro, mudou-se em 1977 para Brasília com a família. Começou a tocar aos 5 anos e se apresenta desde os 6. Ganhou fama em 1995, quando foi considerado o melhor intérprete no II Festival de Choro do Rio de Janeiro, com “Destroçando a macaxeira”, que ficou em segundo lugar como composição.
Atualmente toca com um quinteto formado por André Vasconcellos, Daniel Santiago, Gabriel Grossi e Marcio Bahia.Com o irmão Fernando César formou o grupo Dois de Ouro e ao longo de sua carreira fez parceria com vários artistas renomados. Habilidoso, Hamilton inventou uma técnica com a qual consegue reproduzir toda a orquestra em um bandolim de 10 cordas. Segundo Hamilton, o instrumento vira uma mini-orquestra e o efeito é bem interessante.
Fonte: Portal Brasil
Pronaf libera crédito emergencial no Rio
Os primeiros dias de contratação da linha emergencial do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para os agricultores familiares da região serrana do Rio de Janeiro já somam 150 contratos. Até segunda-feira (21) estavam em análise mais 174 propostas que devem ser liberadas nesta terça-feira (22).
O total de recursos já financiados aos agricultores é de R$ 300 mil. Esta linha de crédito visa garantir a recuperação da infraestrutura e a retomada do processo produtivo de cerca de 6.500 unidades familiares. Foram colocados à disposição pelo governo federal recursos de até R$ 13 milhões.
O limite máximo para acessar a linha emergencial é de R$ 2 mil por família. A taxa de juros é de 0,5% ao ano, com até dois anos para reembolso. O prazo de contratação vai até 30 de dezembro de 2011.
Esta linha é voltada para aqueles agricultores que tiveram perda de renda, comprovada por laudo técnico individual ou coletivo, em decorrência de excesso de chuvas ou enxurradas, ocorrido nos municípios no estado do Rio de Janeiro. A medida vale para os municípios que tenham decretado, entre os dias 26 de novembro de 2010 e 31 de janeiro de 2011, situação de emergência ou estado de calamidade pública, com reconhecimento do governo estadual.
Segundo o diretor do Departamento de Financiamento e Proteção da Produção, João Luiz Guadagnin, os agricultores estão procurando o financiamento pelo Banco do Brasil para retomar suas atividades agrícolas. Ele ressaltou a parceria com as organizações dos agricultores familiares, a Delegacia do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) no estado e o Banco do Brasil.
Para o diretor de Agronegócios do Banco do Brasil, José Carlos Vaz, as ações voltadas para a situação dos agricultores familiares do Rio de Janeiro são bastante intensas. Ele destacou a integração entre o MDA, o Banco do Brasil, o Ministério da Fazenda e o Banco Central. O diretor acredita que esta semana serão intensificadas as contratações da linha emergencial.
Vaz explica que o Banco do Brasil está encaminhando as solicitações dos agricultores que já são clientes, que possuem cadastro no banco para o acesso ao crédito. Aqueles que ainda não são clientes estão sendo atendidos pela Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater/RJ) para a emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e, depois, encaminhados para o banco.
Como ter acesso ao crédito
Para o agricultor que possui a DAP é preciso procurar o banco e levar a declaração para que possa acessar a linha. Além disso, é preciso que ele procure o escritório da Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater/RJ) para que um técnico faça o laudo dos prejuízos deste agricultor.
Para aqueles agricultores familiares que não possuem a DAP, o primeiro passo é procurar um escritório da Emater/RJ para providenciar o documento, em seguida, fazer uma declaração de que a enxurrada prejudicou o plantio e que necessita de crédito.
Fonte:
Ministério do Desenvolvimento Agrário
O total de recursos já financiados aos agricultores é de R$ 300 mil. Esta linha de crédito visa garantir a recuperação da infraestrutura e a retomada do processo produtivo de cerca de 6.500 unidades familiares. Foram colocados à disposição pelo governo federal recursos de até R$ 13 milhões.
O limite máximo para acessar a linha emergencial é de R$ 2 mil por família. A taxa de juros é de 0,5% ao ano, com até dois anos para reembolso. O prazo de contratação vai até 30 de dezembro de 2011.
Esta linha é voltada para aqueles agricultores que tiveram perda de renda, comprovada por laudo técnico individual ou coletivo, em decorrência de excesso de chuvas ou enxurradas, ocorrido nos municípios no estado do Rio de Janeiro. A medida vale para os municípios que tenham decretado, entre os dias 26 de novembro de 2010 e 31 de janeiro de 2011, situação de emergência ou estado de calamidade pública, com reconhecimento do governo estadual.
Segundo o diretor do Departamento de Financiamento e Proteção da Produção, João Luiz Guadagnin, os agricultores estão procurando o financiamento pelo Banco do Brasil para retomar suas atividades agrícolas. Ele ressaltou a parceria com as organizações dos agricultores familiares, a Delegacia do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) no estado e o Banco do Brasil.
Para o diretor de Agronegócios do Banco do Brasil, José Carlos Vaz, as ações voltadas para a situação dos agricultores familiares do Rio de Janeiro são bastante intensas. Ele destacou a integração entre o MDA, o Banco do Brasil, o Ministério da Fazenda e o Banco Central. O diretor acredita que esta semana serão intensificadas as contratações da linha emergencial.
Vaz explica que o Banco do Brasil está encaminhando as solicitações dos agricultores que já são clientes, que possuem cadastro no banco para o acesso ao crédito. Aqueles que ainda não são clientes estão sendo atendidos pela Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater/RJ) para a emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e, depois, encaminhados para o banco.
Como ter acesso ao crédito
Para o agricultor que possui a DAP é preciso procurar o banco e levar a declaração para que possa acessar a linha. Além disso, é preciso que ele procure o escritório da Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater/RJ) para que um técnico faça o laudo dos prejuízos deste agricultor.
Para aqueles agricultores familiares que não possuem a DAP, o primeiro passo é procurar um escritório da Emater/RJ para providenciar o documento, em seguida, fazer uma declaração de que a enxurrada prejudicou o plantio e que necessita de crédito.
Fonte:
Ministério do Desenvolvimento Agrário
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Saque do FGTS para vítimas da chuva supera R$ 110 milhões na região serrana do RJ
Segundo levantamento do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) divulgado nesta segunda-feira (21), até o dia 17 de fevereiro, 101.501 trabalhadores da região serrana do Rio de Janeiro já tinham pedido autorização para sacar o benefício, liberado em virtude das fortes chuvas que atingiram a região em janeiro deste ano. O montante dos trabalhadores representa a soma de R$ 111,78 milhões.
De acordo com o conselho, o valor estimado possível para saque é de R$ 492 milhões que beneficiarão 173.039 cidadãos.Nova Friburgo lidera o número de liberações, com saques disponíveis para 89.933 trabalhadores, em um total de R$ 96,8 milhões. Em seguida vem Teresópolis, com 7.487 trabalhadores. Em Petrópolis, 2.206 cidadãos estão habilitados a fazer o saque.
A Caixa Econômica Federal (banco pagador do Fundo) efetua o pagamento 5 dias após o pedido. O número de pedidos de saques deve aumentar significativamente ao longo deste mês, já que muitos trabalhadores ainda estão obtendo os documentos juntos aos órgãos locais.
Todos os trabalhadores que têm conta vinculada no FGTS e estão nas áreas onde foi decretada situação de calamidade pública poderão sacar o fundo para ajudar materialmente naquilo que perderam. Segundo o levantamento, o valor limite de 10 salários mínimos, R$ 5.400, atende a 95% do saldo total da conta.
FGTS
No dia 17 de janeiro, foi publicado no Diário Oficial da União decreto que atualiza de R$ 4.650 para R$ 5.400 o valor-teto para saque do FGTS para trabalhadores que moram nas regiões onde haja estado de emergência ou de calamidade pública decretados.
Para que a população das regiões atingidas possa sacar o FGTS, o primeiro passo é a decretação de estado de calamidade pública ou situação de emergência pela prefeitura, que deve ser reconhecido pelo Ministério da Integração Nacional. Em seguida, a prefeitura deve delimitar e entregar à Caixa a Declaração de Áreas Afetadas.
Feito isso, o trabalhador pode realizar a habilitação junto à Caixa, comprovando moradia em uma das áreas afetadas delimitadas pela prefeitura, por meio de contas de água, luz, telefone, entre outros. O titular da conta vinculada que não dispuser de meios para comprovação do endereço residencial poderá fazê-la com apresentação de declaração emitida pela Prefeitura Municipal da cidade onde mora.
O trabalhador tem até 90 dias após a publicação do ato do Ministério da Integração Nacional reconhecendo o estado de calamidade/emergência decretado pela municipalidade para solicitar o saque. O intervalo entre uma movimentação e outra não pode ser inferior a 12 meses.
Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego
De acordo com o conselho, o valor estimado possível para saque é de R$ 492 milhões que beneficiarão 173.039 cidadãos.Nova Friburgo lidera o número de liberações, com saques disponíveis para 89.933 trabalhadores, em um total de R$ 96,8 milhões. Em seguida vem Teresópolis, com 7.487 trabalhadores. Em Petrópolis, 2.206 cidadãos estão habilitados a fazer o saque.
A Caixa Econômica Federal (banco pagador do Fundo) efetua o pagamento 5 dias após o pedido. O número de pedidos de saques deve aumentar significativamente ao longo deste mês, já que muitos trabalhadores ainda estão obtendo os documentos juntos aos órgãos locais.
Todos os trabalhadores que têm conta vinculada no FGTS e estão nas áreas onde foi decretada situação de calamidade pública poderão sacar o fundo para ajudar materialmente naquilo que perderam. Segundo o levantamento, o valor limite de 10 salários mínimos, R$ 5.400, atende a 95% do saldo total da conta.
FGTS
No dia 17 de janeiro, foi publicado no Diário Oficial da União decreto que atualiza de R$ 4.650 para R$ 5.400 o valor-teto para saque do FGTS para trabalhadores que moram nas regiões onde haja estado de emergência ou de calamidade pública decretados.
Para que a população das regiões atingidas possa sacar o FGTS, o primeiro passo é a decretação de estado de calamidade pública ou situação de emergência pela prefeitura, que deve ser reconhecido pelo Ministério da Integração Nacional. Em seguida, a prefeitura deve delimitar e entregar à Caixa a Declaração de Áreas Afetadas.
Feito isso, o trabalhador pode realizar a habilitação junto à Caixa, comprovando moradia em uma das áreas afetadas delimitadas pela prefeitura, por meio de contas de água, luz, telefone, entre outros. O titular da conta vinculada que não dispuser de meios para comprovação do endereço residencial poderá fazê-la com apresentação de declaração emitida pela Prefeitura Municipal da cidade onde mora.
O trabalhador tem até 90 dias após a publicação do ato do Ministério da Integração Nacional reconhecendo o estado de calamidade/emergência decretado pela municipalidade para solicitar o saque. O intervalo entre uma movimentação e outra não pode ser inferior a 12 meses.
Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego
Rio destina R$ 4,5 milhões a planos de saneamento do entorno da Baía de Guanabara
O governo do Rio de Janeiro vai destinar R$ 4,5 milhões para que 14 municípios do entorno da Baia de Guanabara elaborem planos regionais de saneamento da região, em atendimento a uma das exigências do Comitê Olímpico Internacional (COI) para a Olimpíada de 2016.
De acordo com o subsecretário estadual do Ambiente, Luiz Firmino, o objetivo é tratar a totalidade dos esgotos que vão hoje para a Baía de Guanabara e torná-la inteiramente limpa. Firmino disse que um estudo mostra o que já existe e o que ficou do antigo Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG).
Segundo Firmino, o conjunto de obras inclui a interligação dos coletores-tronco com as estações de tratamento, além da construção de novas estações. "Basicamente, vamos colocar as estações do PDGB, que não estavam em uso, em pleno funcionamento. O programa permitirá que voltemos a ter a Baía de Guanabara em condições sanitárias.”
As intervenções beneficiarão o Rio de Janeiro e municípios da Baixada Fluminense, além de Itaboraí e São Gonçalo. Atualmente, 30% do esgoto fluminense é tratado. A intenção é dobrar esse número até 2016. Para isso, o projeto foi submetido ao Banco Interamericano de Desenvolvimento, que aprovou R$ 800 milhões de recursos para as ações, com contrapartida do estado de R$ 330 milhões.
Para a presidente da organização não governamental (ONG) Instituto Baía de Guanabara, Dora Hees, muito pouco foi feito nos últimos anos a respeito dos esgotos domésticos. A ambientalista, no entanto, afirmou que houve grandes avanços na questão de despejo de resíduos industriais. Dora Hees apontou o lixo urbano como um dos grandes inimigos da Baía da Guanabara.
Ela defendeu a realização de uma grande campanha sobre o lixo, porque todos os resíduos urbanos que ficam espalhados no chão são levados pelas águas da chuva para os rios e para a baía. "Tratar 100% do esgoto de uma população muito grande é difícil. É preciso ter a colaboração de todos, que precisam estar informados do mal que causam”, disse a ambientalista.
Fonte: Agência Brasil
De acordo com o subsecretário estadual do Ambiente, Luiz Firmino, o objetivo é tratar a totalidade dos esgotos que vão hoje para a Baía de Guanabara e torná-la inteiramente limpa. Firmino disse que um estudo mostra o que já existe e o que ficou do antigo Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG).
Segundo Firmino, o conjunto de obras inclui a interligação dos coletores-tronco com as estações de tratamento, além da construção de novas estações. "Basicamente, vamos colocar as estações do PDGB, que não estavam em uso, em pleno funcionamento. O programa permitirá que voltemos a ter a Baía de Guanabara em condições sanitárias.”
As intervenções beneficiarão o Rio de Janeiro e municípios da Baixada Fluminense, além de Itaboraí e São Gonçalo. Atualmente, 30% do esgoto fluminense é tratado. A intenção é dobrar esse número até 2016. Para isso, o projeto foi submetido ao Banco Interamericano de Desenvolvimento, que aprovou R$ 800 milhões de recursos para as ações, com contrapartida do estado de R$ 330 milhões.
Para a presidente da organização não governamental (ONG) Instituto Baía de Guanabara, Dora Hees, muito pouco foi feito nos últimos anos a respeito dos esgotos domésticos. A ambientalista, no entanto, afirmou que houve grandes avanços na questão de despejo de resíduos industriais. Dora Hees apontou o lixo urbano como um dos grandes inimigos da Baía da Guanabara.
Ela defendeu a realização de uma grande campanha sobre o lixo, porque todos os resíduos urbanos que ficam espalhados no chão são levados pelas águas da chuva para os rios e para a baía. "Tratar 100% do esgoto de uma população muito grande é difícil. É preciso ter a colaboração de todos, que precisam estar informados do mal que causam”, disse a ambientalista.
Fonte: Agência Brasil
Banco Mundial empresta US$ 20 mi para recuperação da agricultura na região serrana do RJ
O Banco Mundial anunciou na quarta-feira, 16 de fevereiro, um crédito de US$ 20 milhões (cerca de R$ 34 milhões) ao governo do estado do Rio de Janeiro. A verba será utilizada para financiar a recuperação da agricultura da região serrana do estado, fortemente afetada pelas chuvas de janeiro. Segundo a Secretaria Estadual de Agricultura e Pecuária, o empréstimo será pago em 28 anos.
De acordo com a secretaria, o dinheiro será investido na recuperação de propriedades de cerca de 500 agricultores, que tiveram suas terras totalmente destruídas pelas enxurradas. Além disso, o governo também investirá o dinheiro na recuperação de estradas vicinais.
O governo do Rio de Janeiro anunciou ainda o investimento de R$ 20 milhões para construção de residências nas áreas rurais dos municípios atingidos pelas chuvas. Inicialmente, 500 casas devem ser construídas.
Fonte: Agência Brasil
De acordo com a secretaria, o dinheiro será investido na recuperação de propriedades de cerca de 500 agricultores, que tiveram suas terras totalmente destruídas pelas enxurradas. Além disso, o governo também investirá o dinheiro na recuperação de estradas vicinais.
O governo do Rio de Janeiro anunciou ainda o investimento de R$ 20 milhões para construção de residências nas áreas rurais dos municípios atingidos pelas chuvas. Inicialmente, 500 casas devem ser construídas.
Fonte: Agência Brasil
Campanha dos Correios arrecada mais de 100 toneladas de donativos
Campanha dos Correios arrecada mais de 100 toneladas de donativos
Em menos de um mês de campanha, os Correios arrecadaram 103 toneladas de donativos para as vítimas das enchentes do Rio de Janeiro.
A campanha Correios Solidariedade Expressa foi iniciada em 24 de janeiro e encerrada na quarta-feira, 16 de fevereiro. Nesse período, as agências dos Correios de todo o Brasil aceitaram a postagem gratuita de donativos — alimentos não perecíveis, vestuário, roupas de cama, mesa e banho, calçados, tendas e barracas. Os produtos foram encaminhados à Defesa Civil do Rio de Janeiro.
As ações de ajuda a desabrigados são desencadeadas pela ECT sempre que solicitadas pelo governo federal ou governos estaduais, em casos de calamidade pública, por meio da campanha.
Mais informações: imprensa@correios.com.br
www.correios.com.br
(61) 3426-2014 / fax (61) 3426-2980
Fonte: Correios
Em menos de um mês de campanha, os Correios arrecadaram 103 toneladas de donativos para as vítimas das enchentes do Rio de Janeiro.
A campanha Correios Solidariedade Expressa foi iniciada em 24 de janeiro e encerrada na quarta-feira, 16 de fevereiro. Nesse período, as agências dos Correios de todo o Brasil aceitaram a postagem gratuita de donativos — alimentos não perecíveis, vestuário, roupas de cama, mesa e banho, calçados, tendas e barracas. Os produtos foram encaminhados à Defesa Civil do Rio de Janeiro.
As ações de ajuda a desabrigados são desencadeadas pela ECT sempre que solicitadas pelo governo federal ou governos estaduais, em casos de calamidade pública, por meio da campanha.
Mais informações: imprensa@correios.com.br
www.correios.com.br
(61) 3426-2014 / fax (61) 3426-2980
Fonte: Correios
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Rio: Dados atualizados (18h)
Brasília – Os últimos números recebidos pela Defesa Civil do Rio de Janeiro referentes aos desastres provocados pelas fortes chuvas na região Serrana são: 91.848 pessoas afetadas, 9.919 desabrigados; 21. 341 desalojados e 873 óbitos.
Dos 24 municípios atingidos – Angra dos Reis, Areal, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Cambuci, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Macuco, Mangaratiba, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Paraty, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São Fidelis, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Sumidouro, Teresópolis, Trajano de Moraes e Três Rios – sete decretaram estado de calamidade pública: Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, e Teresópolis. E três decretaram situação de emergência: Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci e Sapucaia.
O Ministério da Integração Nacional já disponibilizou a pedido da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio de Janeiro (CEDC/RJ) 4 mil cestas de alimentos para o estado. Cada cesta de alimento tem 24,3kg e atende uma família de cinco pessoas por aproximadamente 15 dias. Nenhuma outra solicitação de assistência humanitária foi feita até o momento.
Os números contabilizados nessa planilha são referentes às ocorrências de todos os municípios do estado no mês de janeiro, e não apenas aos mais divulgados pela mídia. Vale salientar que os dados dos desastres relacionados são dinâmicos, razão pela qual podem sofrer alterações constantes.
Planilha de ocorrências do Rio de Janeiro em janeiro de 2011
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Integração Nacional
Dos 24 municípios atingidos – Angra dos Reis, Areal, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Cambuci, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Macuco, Mangaratiba, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Paraty, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São Fidelis, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Sumidouro, Teresópolis, Trajano de Moraes e Três Rios – sete decretaram estado de calamidade pública: Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, e Teresópolis. E três decretaram situação de emergência: Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci e Sapucaia.
O Ministério da Integração Nacional já disponibilizou a pedido da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio de Janeiro (CEDC/RJ) 4 mil cestas de alimentos para o estado. Cada cesta de alimento tem 24,3kg e atende uma família de cinco pessoas por aproximadamente 15 dias. Nenhuma outra solicitação de assistência humanitária foi feita até o momento.
Os números contabilizados nessa planilha são referentes às ocorrências de todos os municípios do estado no mês de janeiro, e não apenas aos mais divulgados pela mídia. Vale salientar que os dados dos desastres relacionados são dinâmicos, razão pela qual podem sofrer alterações constantes.
Planilha de ocorrências do Rio de Janeiro em janeiro de 2011
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Integração Nacional
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Força tarefa da Defesa Civil Nacional vai analisar prevenção a desastres
01/02/2011 12:34 - Portal Brasil
Uma força tarefa deverá analisar nos próximos 30 dias todos os pedidos de recursos federais para obras de prevenção a desastres em tramitação na Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional. O objetivo é acelerar a tramitação das propostas de convênios e iniciar o mais rapidamente possível a execução dos projetos.
O anúncio foi feito na segunda-feira (31), em Brasília, pelo ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, em pronunciamento na abertura da primeira reunião do reformulado Conselho Nacional de Defesa Civil (Condec), convocada para informar as ações do governo federal em apoio às vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro e em outros estados.
Participaram do evento representantes do Acre, Amazonas, Maranhão, Bahia, Pernambuco, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.
O ministro declarou que, por determinação da presidenta Dilma Rousseff, serão realizados estudos para modelar a nova estrutura do Sistema Nacional de Defesa Civil, com a adoção de políticas mais efetivas de prevenção a desastres. Ele informou ainda que será criada uma linha de financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 600 milhões, para custear a estruturação dos órgãos de defesa civil.
Outra iniciativa anunciada foi a realização de um seminário internacional sobre defesa civil, com presença de representantes do setor de diversos países, com o objetivo de compartilhar e difundir políticas e práticas de sucesso adotadas na prevenção de desastres, além de subsidiar o planejamento de ações a serem estruturadas no Brasil.
Durante a reunião ficou acertada também a criação de uma comissão especial que terá prazo de 60 dias para apresentar um relatório com foco no diagnóstico das recentes tragédias naturais ocorridas no País e apresentar propostas indicando medidas de prevenção, pronta resposta e recuperação de áreas atingidas, com o propósito de reduzir os efeitos dos desastres.
Maurício Muniz, representante do Ministério do Planejamento, falou sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no âmbito da prevenção a desastres. Segundo ele, a previsão é aplicar R$ 11 bilhões em projetos de prevenção de riscos e contenção de encostas em localidades com histórico de deslizamentos, e na redução de áreas vulneráveis.
O Conselho Nacional de Defesa Civil é composto por 15 membros efetivos, e tem representação do governo federal, estados, municípios e entidades da sociedade civil. A próxima reunião do Condec ficou pré-agendada para a primeira quinzena de março.
Fonte:
Ministério da Integração Nacional
Uma força tarefa deverá analisar nos próximos 30 dias todos os pedidos de recursos federais para obras de prevenção a desastres em tramitação na Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional. O objetivo é acelerar a tramitação das propostas de convênios e iniciar o mais rapidamente possível a execução dos projetos.
O anúncio foi feito na segunda-feira (31), em Brasília, pelo ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, em pronunciamento na abertura da primeira reunião do reformulado Conselho Nacional de Defesa Civil (Condec), convocada para informar as ações do governo federal em apoio às vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro e em outros estados.
Participaram do evento representantes do Acre, Amazonas, Maranhão, Bahia, Pernambuco, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.
O ministro declarou que, por determinação da presidenta Dilma Rousseff, serão realizados estudos para modelar a nova estrutura do Sistema Nacional de Defesa Civil, com a adoção de políticas mais efetivas de prevenção a desastres. Ele informou ainda que será criada uma linha de financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 600 milhões, para custear a estruturação dos órgãos de defesa civil.
Outra iniciativa anunciada foi a realização de um seminário internacional sobre defesa civil, com presença de representantes do setor de diversos países, com o objetivo de compartilhar e difundir políticas e práticas de sucesso adotadas na prevenção de desastres, além de subsidiar o planejamento de ações a serem estruturadas no Brasil.
Durante a reunião ficou acertada também a criação de uma comissão especial que terá prazo de 60 dias para apresentar um relatório com foco no diagnóstico das recentes tragédias naturais ocorridas no País e apresentar propostas indicando medidas de prevenção, pronta resposta e recuperação de áreas atingidas, com o propósito de reduzir os efeitos dos desastres.
Maurício Muniz, representante do Ministério do Planejamento, falou sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no âmbito da prevenção a desastres. Segundo ele, a previsão é aplicar R$ 11 bilhões em projetos de prevenção de riscos e contenção de encostas em localidades com histórico de deslizamentos, e na redução de áreas vulneráveis.
O Conselho Nacional de Defesa Civil é composto por 15 membros efetivos, e tem representação do governo federal, estados, municípios e entidades da sociedade civil. A próxima reunião do Condec ficou pré-agendada para a primeira quinzena de março.
Fonte:
Ministério da Integração Nacional
Posto móvel do Ministério Público cadastra desaparecidos nas enchentes
01/02/2011 11:21 - Portal Brasil
O posto móvel do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), encarregado do cadastramento das pessoas desaparecidas nas chuvas do último dia 12, que costumava ficar em bairros próximos do centro de Teresópolis, já seguiu para a zona rural do município. A informação foi dada pelo promotor de Justiça Pedro Mourão, responsável pelo Programa de Identificação de Vítimas (PIV) do MPRJ.
“No que diz respeito à base avançada de Teresópolis, o posto móvel está se deslocando para áreas mais distantes do centro em busca do atendimento à população da área rural. Mas é bom lembrar que o PIV também tem bases avançadas em Petrópolis e Nova Friburgo. E que essa ação que está se iniciando em Teresópolis também se estenderá às outras duas cidades”, disse Mourão.
Pedro Mourão não soube adiantar o número de pessoas cadastradas a partir do PIV neste primeiro dia de levantamento na área rural de Teresópolis porque o posto avançado, até o início da noite de segunda-feira (31), ainda não havia passado informações para o Ministério Público na capital. Mourão esclareceu que o sistema de dados de coleta é atualizado diariamente a partir das informações fornecidas pelos parentes dos desaparecidos.
“A partir do registro feito pelos familiares, os dados são confrontados com informações do Instituto Félix Pacheco (IFP), do Instituto Medico Legal (IML) e do próprio Detran, de forma a que a gente possa ir localizando ou não as pessoas. O objetivo do PIV é chegar à lista pura. Ou seja, objetivamente, se as pessoas registradas foram identificas ou com vida ou entre os corpos localizados”.
Para o cadastramento das pessoas desaparecidas é necessário que o declarante saiba informar as características físicas e, se possível, apresente uma fotografia da pessoa desaparecida e o número de algum documento de identidade.
Fonte:
Agência Brasil
O posto móvel do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), encarregado do cadastramento das pessoas desaparecidas nas chuvas do último dia 12, que costumava ficar em bairros próximos do centro de Teresópolis, já seguiu para a zona rural do município. A informação foi dada pelo promotor de Justiça Pedro Mourão, responsável pelo Programa de Identificação de Vítimas (PIV) do MPRJ.
“No que diz respeito à base avançada de Teresópolis, o posto móvel está se deslocando para áreas mais distantes do centro em busca do atendimento à população da área rural. Mas é bom lembrar que o PIV também tem bases avançadas em Petrópolis e Nova Friburgo. E que essa ação que está se iniciando em Teresópolis também se estenderá às outras duas cidades”, disse Mourão.
Pedro Mourão não soube adiantar o número de pessoas cadastradas a partir do PIV neste primeiro dia de levantamento na área rural de Teresópolis porque o posto avançado, até o início da noite de segunda-feira (31), ainda não havia passado informações para o Ministério Público na capital. Mourão esclareceu que o sistema de dados de coleta é atualizado diariamente a partir das informações fornecidas pelos parentes dos desaparecidos.
“A partir do registro feito pelos familiares, os dados são confrontados com informações do Instituto Félix Pacheco (IFP), do Instituto Medico Legal (IML) e do próprio Detran, de forma a que a gente possa ir localizando ou não as pessoas. O objetivo do PIV é chegar à lista pura. Ou seja, objetivamente, se as pessoas registradas foram identificas ou com vida ou entre os corpos localizados”.
Para o cadastramento das pessoas desaparecidas é necessário que o declarante saiba informar as características físicas e, se possível, apresente uma fotografia da pessoa desaparecida e o número de algum documento de identidade.
Fonte:
Agência Brasil
Especialistas vão mapear encostas da região serrana do Rio
01/02/2011 11:12 - Portal Brasil
O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM/RJ) inicia esta semana o remapeamento das encostas nos municípios da região serrana fluminense atingidos pelas fortes chuvas deste mês, para avaliar o risco que ainda há nos locais. O serviço consiste num detalhamento maior que o mapeamento emergencial feito assim que as cidades serranas foram atingidas por enxurradas e deslizamentos de terra.
Para isso, o órgão, vinculado à Secretaria Estadual de Desenvolvimento, contará com o reforço de 11 geólogos da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), além de especialistas das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Pontifícia Universidade Católica (PUC), Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).
A informação foi dada na segunda-feira (31) pelo presidente do DRM/RJ, Flavio Erthal. O órgão elaborou 128 laudos emergenciais sobre riscos geológicos iminentes nos municípios de Nova Friburgo e Teresópolis, os mais afetados pela tragédia que vitimou quase 900 pessoas na região serrana do estado. Os laudos foram feitos em apoio à Defesa Civil das cidades. “Eles [os técnicos] orientam a Defesa Civil onde estão as áreas com risco iminente, que os obrigam a retirar as pessoas ou a tomar providências naquele ponto do território”.
O trabalho, agora, consiste em elaborar os laudos conclusivos, que trazem um mapeamento mais detalhado das localidades atingidas. “Para confirmar se aquela área tem que ser desocupada ou não. A gente quer fazer o mapeamento de áreas possíveis de cair, que é o mapeamento sistemático das áreas de risco”, explicou o geólogo. O DRM/RJ está realizando também outro laudo de avaliação das futuras áreas de reassentamento em Bom Jardim, Nova Friburgo e Teresópolis.
Segundo Erthal, o DRM/RJ manterá bases fixas em Teresópolis e Nova Friburgo até o dia 12 de fevereiro. Na segunda-feira (31), dirigentes do órgão reuniram-se com os colaboradores para discutir a metodologia do trabalho que será efetuado em conjunto na região e a distribuição das equipes.
Para o presidente do DRM/RJ, o conceito de mapeamento de risco deverá ser revisto depois da tragédia no estado do Rio e a metodologia terá que ser adaptada para que se possa ter uma resposta mais rápida no caso da possibilidade da ocorrência de desastres. Segundo Erthal, será uma metodologia associada a sistemas de alarme e radar.
Fonte:
Agência Brasil
O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM/RJ) inicia esta semana o remapeamento das encostas nos municípios da região serrana fluminense atingidos pelas fortes chuvas deste mês, para avaliar o risco que ainda há nos locais. O serviço consiste num detalhamento maior que o mapeamento emergencial feito assim que as cidades serranas foram atingidas por enxurradas e deslizamentos de terra.
Para isso, o órgão, vinculado à Secretaria Estadual de Desenvolvimento, contará com o reforço de 11 geólogos da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), além de especialistas das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Pontifícia Universidade Católica (PUC), Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).
A informação foi dada na segunda-feira (31) pelo presidente do DRM/RJ, Flavio Erthal. O órgão elaborou 128 laudos emergenciais sobre riscos geológicos iminentes nos municípios de Nova Friburgo e Teresópolis, os mais afetados pela tragédia que vitimou quase 900 pessoas na região serrana do estado. Os laudos foram feitos em apoio à Defesa Civil das cidades. “Eles [os técnicos] orientam a Defesa Civil onde estão as áreas com risco iminente, que os obrigam a retirar as pessoas ou a tomar providências naquele ponto do território”.
O trabalho, agora, consiste em elaborar os laudos conclusivos, que trazem um mapeamento mais detalhado das localidades atingidas. “Para confirmar se aquela área tem que ser desocupada ou não. A gente quer fazer o mapeamento de áreas possíveis de cair, que é o mapeamento sistemático das áreas de risco”, explicou o geólogo. O DRM/RJ está realizando também outro laudo de avaliação das futuras áreas de reassentamento em Bom Jardim, Nova Friburgo e Teresópolis.
Segundo Erthal, o DRM/RJ manterá bases fixas em Teresópolis e Nova Friburgo até o dia 12 de fevereiro. Na segunda-feira (31), dirigentes do órgão reuniram-se com os colaboradores para discutir a metodologia do trabalho que será efetuado em conjunto na região e a distribuição das equipes.
Para o presidente do DRM/RJ, o conceito de mapeamento de risco deverá ser revisto depois da tragédia no estado do Rio e a metodologia terá que ser adaptada para que se possa ter uma resposta mais rápida no caso da possibilidade da ocorrência de desastres. Segundo Erthal, será uma metodologia associada a sistemas de alarme e radar.
Fonte:
Agência Brasil
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Rio: Dados atualizados (20h)
Brasília – Os últimos números recebidos pela Defesa Civil do Rio de Janeiro referentes aos desastres provocados pelas fortes chuvas na região Serrana são: 91.848 pessoas afetadas, 9.919 desabrigados; 21. 341 desalojados e 863 óbitos.
Dos 24 municípios atingidos – Angra dos Reis, Areal, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Cambuci, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Macuco, Mangaratiba, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Paraty, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São Fidelis, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Sumidouro, Teresópolis, Trajano de Moraes e Três Rios – sete decretaram estado de calamidade pública: Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, e Teresópolis. E três decretaram situação de emergência: Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci e Sapucaia.
O Ministério da Integração Nacional já disponibilizou a pedido da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio de Janeiro (CEDC/RJ) 4 mil cestas de alimentos para o estado. Cada cesta de alimento tem 24,3kg e atende uma família de cinco pessoas por aproximadamente 15 dias. Nenhuma outra solicitação de assistência humanitária foi feita até o momento.
Os números contabilizados são referentes às ocorrências de todos os municípios do estado no mês de janeiro, e não apenas aos mais divulgados pela mídia. Vale salientar que os dados dos desastres relacionados são dinâmicos, razão pela qual podem sofrer alterações constantes.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério da Integração Nacional
Dos 24 municípios atingidos – Angra dos Reis, Areal, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Cambuci, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Macuco, Mangaratiba, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Paraty, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São Fidelis, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Sumidouro, Teresópolis, Trajano de Moraes e Três Rios – sete decretaram estado de calamidade pública: Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, e Teresópolis. E três decretaram situação de emergência: Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci e Sapucaia.
O Ministério da Integração Nacional já disponibilizou a pedido da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio de Janeiro (CEDC/RJ) 4 mil cestas de alimentos para o estado. Cada cesta de alimento tem 24,3kg e atende uma família de cinco pessoas por aproximadamente 15 dias. Nenhuma outra solicitação de assistência humanitária foi feita até o momento.
Os números contabilizados são referentes às ocorrências de todos os municípios do estado no mês de janeiro, e não apenas aos mais divulgados pela mídia. Vale salientar que os dados dos desastres relacionados são dinâmicos, razão pela qual podem sofrer alterações constantes.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério da Integração Nacional
Rio: Dados atualizados (18h)
Brasília – Os últimos números recebidos pela Defesa Civil do Rio de Janeiro referentes aos desastres provocados pelas fortes chuvas na região Serrana são: 91.848 pessoas afetadas, 9.919 desabrigados; 21. 341 desalojados e 853 óbitos.
Dos 24 municípios atingidos – Angra dos Reis, Areal, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Cambuci, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Macuco, Mangaratiba, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Paraty, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São Fidelis, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Sumidouro, Teresópolis, Trajano de Moraes e Três Rios – sete decretaram estado de calamidade pública: Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, e Teresópolis. E três decretaram situação de emergência: Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci e Sapucaia.
O Ministério da Integração Nacional já disponibilizou a pedido da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio de Janeiro (CEDC/RJ) 4 mil cestas de alimentos para o estado. Cada cesta de alimento tem 24,3kg e atende uma família de cinco pessoas por aproximadamente 15 dias. Nenhuma outra solicitação de assistência humanitária foi feita até o momento.
Os números contabilizados nessa planilha são referentes às ocorrências de todos os municípios do estado no mês de janeiro, e não apenas aos mais divulgados pela mídia. Vale salientar que os dados dos desastres relacionados são dinâmicos, razão pela qual podem sofrer alterações constantes.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério da Integração Nacional
Dos 24 municípios atingidos – Angra dos Reis, Areal, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Cambuci, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Macuco, Mangaratiba, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Paraty, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São Fidelis, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Sumidouro, Teresópolis, Trajano de Moraes e Três Rios – sete decretaram estado de calamidade pública: Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, e Teresópolis. E três decretaram situação de emergência: Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci e Sapucaia.
O Ministério da Integração Nacional já disponibilizou a pedido da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio de Janeiro (CEDC/RJ) 4 mil cestas de alimentos para o estado. Cada cesta de alimento tem 24,3kg e atende uma família de cinco pessoas por aproximadamente 15 dias. Nenhuma outra solicitação de assistência humanitária foi feita até o momento.
Os números contabilizados nessa planilha são referentes às ocorrências de todos os municípios do estado no mês de janeiro, e não apenas aos mais divulgados pela mídia. Vale salientar que os dados dos desastres relacionados são dinâmicos, razão pela qual podem sofrer alterações constantes.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério da Integração Nacional
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Nota à Imprensa - Esclarecimentos sobre pedido de transporte de donativos
Em relação à atuação da Força Aérea Brasileira (FAB) nas ações de socorro às vítimas do desastre natural ocorrido na região serrana do Rio de Janeiro (Operação Serrana), o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica esclarece o seguinte:
A FAB continua em plena atuação na Operação Serrana. Nos dias 29/01 e 01/02, estão previstos mais dois vôos de transporte de doações, partindo de Canoas (RS) e de Manaus (AM), respectivamente.
Além da utilização de suas aeronaves, em apoio à Defesa Civil, a FAB ainda presta apoio por meio de profissionais de Assistência Social nas localidades atingidas.
Quanto aos pedidos de transporte de donativos, coletados em todo o país, importante faz-se reafirmar que tais solicitações devem atender a um protocolo específico.
Os pedidos de transporte de lote de donativos arrecadados por entidade formal deverão ser enviados para a Defesa Civil do respectivo estado. A Defesa Civil desse estado fará contato com a Defesa Civil do Rio de Janeiro a fim de solicitar o apoio necessário para transportar esses donativos para a cidade do Rio de Janeiro. A Defesa Civil do Rio de Janeiro concentrará todos os pedidos e, após as análises necessárias, formalizará o apoio à FAB, ou definirá qual outro modal poderá ser utilizado.
Vale ressaltar que eventuais relações informais ou pessoais entre setores diversos da sociedade não deverão substituir o processo acima exposto, sob pena de comprometer o planejamento logístico da Defesa Civil do Rio de Janeiro em apoio às vitimas das chuvas na região serrana.
A FAB tem envidado esforços contínuos no auxílio à população atingida pelas chuvas naquela região, que envolvem missões de busca e salvamento, transporte de donativos, instalação de um Hospital de Campanha para prestação de apoio imediato às vítimas, dentre diversas outras ações correlacionadas.
Durante os primeiros 10 dias da Operação Serrana, foram registrados aproximadamente 1700 movimentos aéreos, somando os municípios de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo. A média diária foi de 170 movimentos. Durante os dias 17 e 20 foi registrada uma média de 350 movimentos por dia. A FAB realizou, neste período, 127 missões operacionais a partir do distrito de Itaipava, transportou 47 toneladas de carga em helicópteros, 787 passageiros, incluindo 62 pessoas que foram resgatadas em áreas de risco. O Hospital de Campanha da Aeronáutica fez 1.905 atendimentos, parte deles realizada em áreas isoladas da região serrana.
Em relação à coleta e distribuição de donativos às vítimas, a FAB cobre praticamente todo o território nacional, transportando em diversas aeronaves os mantimentos doados pela população. Em 18/01, uma aeronave C-105 Amazonas partiu de Campo Grande (MS) com 4,5 toneladas de mantimentos. Em 19/01, mais um C-105 decolou de Maceió (AL) com 7 toneladas de auxílios. No dia 20/01, dois C-130 Hércules partiram de Brasília (DF) e Canoas (RS) transportando, respectivamente, 19 e 13 toneladas de donativos. No dia 24/01, um outro C-130 deixou as cidades de Boa Vista (RR) e Manaus (AM) com 14 toneladas de doações.
Por fim, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica disponibiliza na página http://www.fab.mil.br/portal/hotsites/serrana/ diversas informações, fotos e vídeos sobre as ações desenvolvidas pela FAB.
Centro de Comunicação Social da Aeronáutica
A FAB continua em plena atuação na Operação Serrana. Nos dias 29/01 e 01/02, estão previstos mais dois vôos de transporte de doações, partindo de Canoas (RS) e de Manaus (AM), respectivamente.
Além da utilização de suas aeronaves, em apoio à Defesa Civil, a FAB ainda presta apoio por meio de profissionais de Assistência Social nas localidades atingidas.
Quanto aos pedidos de transporte de donativos, coletados em todo o país, importante faz-se reafirmar que tais solicitações devem atender a um protocolo específico.
Os pedidos de transporte de lote de donativos arrecadados por entidade formal deverão ser enviados para a Defesa Civil do respectivo estado. A Defesa Civil desse estado fará contato com a Defesa Civil do Rio de Janeiro a fim de solicitar o apoio necessário para transportar esses donativos para a cidade do Rio de Janeiro. A Defesa Civil do Rio de Janeiro concentrará todos os pedidos e, após as análises necessárias, formalizará o apoio à FAB, ou definirá qual outro modal poderá ser utilizado.
Vale ressaltar que eventuais relações informais ou pessoais entre setores diversos da sociedade não deverão substituir o processo acima exposto, sob pena de comprometer o planejamento logístico da Defesa Civil do Rio de Janeiro em apoio às vitimas das chuvas na região serrana.
A FAB tem envidado esforços contínuos no auxílio à população atingida pelas chuvas naquela região, que envolvem missões de busca e salvamento, transporte de donativos, instalação de um Hospital de Campanha para prestação de apoio imediato às vítimas, dentre diversas outras ações correlacionadas.
Durante os primeiros 10 dias da Operação Serrana, foram registrados aproximadamente 1700 movimentos aéreos, somando os municípios de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo. A média diária foi de 170 movimentos. Durante os dias 17 e 20 foi registrada uma média de 350 movimentos por dia. A FAB realizou, neste período, 127 missões operacionais a partir do distrito de Itaipava, transportou 47 toneladas de carga em helicópteros, 787 passageiros, incluindo 62 pessoas que foram resgatadas em áreas de risco. O Hospital de Campanha da Aeronáutica fez 1.905 atendimentos, parte deles realizada em áreas isoladas da região serrana.
Em relação à coleta e distribuição de donativos às vítimas, a FAB cobre praticamente todo o território nacional, transportando em diversas aeronaves os mantimentos doados pela população. Em 18/01, uma aeronave C-105 Amazonas partiu de Campo Grande (MS) com 4,5 toneladas de mantimentos. Em 19/01, mais um C-105 decolou de Maceió (AL) com 7 toneladas de auxílios. No dia 20/01, dois C-130 Hércules partiram de Brasília (DF) e Canoas (RS) transportando, respectivamente, 19 e 13 toneladas de donativos. No dia 24/01, um outro C-130 deixou as cidades de Boa Vista (RR) e Manaus (AM) com 14 toneladas de doações.
Por fim, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica disponibiliza na página http://www.fab.mil.br/portal/hotsites/serrana/ diversas informações, fotos e vídeos sobre as ações desenvolvidas pela FAB.
Centro de Comunicação Social da Aeronáutica
Anatel libera faixas de radiofrequência para prever temporais com antecedência
28/01/2011 11:04 - Portal Brasil
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou na quinta-feira (27) a destinação das faixas de radiofrequência de 26,55 GHz a 26,85 GHz para monitoramento ambiental por satélites. O primeiro satélite do Sistema National Polar-Orbiting Operational Environmental Satellite System no Brasil tem lançamento previsto para 2014 e sua estação ficará na cidade de Euzêbio, no estado do Ceará.
O sistema poderá prever o tempo com cinco a sete dias de antecedência. Hoje, a previsão alcança de três a cinco dias. “Uma nova geração de informação irá melhorar muito e funcionará com suporte ambiental”, comentou o conselheiro da Anatel, João Resende.
A iniciativa servirá para gerar mais informações ao Brasil a respeito de dados climáticos e meteorológicos. “Estamos impressionados com as catástrofes que estão ocorrendo no Brasil. Isso nos levou a disponibilizar esses recursos para o bem dos brasileiros”, disse o presidente da Anatel, Ronaldo Mota.
O sistema será operado pela Raytheon Espectro Serviços de Telecomunicações Ltda, em colaboração com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O mesmo sistema é utilizado por diversos receptores distribuídos em todo o mundo, totalizando 16 receptores, em 15 localidades. Dentre elas estão Estados Unidos, Chile, Brasil, Austrália, Ilha de Guam, Coreia do Sul, Índia, África do Sul, Noruega, Antártida, Nova Zelândia e Espanha.
Fonte:
Agência Brasil
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou na quinta-feira (27) a destinação das faixas de radiofrequência de 26,55 GHz a 26,85 GHz para monitoramento ambiental por satélites. O primeiro satélite do Sistema National Polar-Orbiting Operational Environmental Satellite System no Brasil tem lançamento previsto para 2014 e sua estação ficará na cidade de Euzêbio, no estado do Ceará.
O sistema poderá prever o tempo com cinco a sete dias de antecedência. Hoje, a previsão alcança de três a cinco dias. “Uma nova geração de informação irá melhorar muito e funcionará com suporte ambiental”, comentou o conselheiro da Anatel, João Resende.
A iniciativa servirá para gerar mais informações ao Brasil a respeito de dados climáticos e meteorológicos. “Estamos impressionados com as catástrofes que estão ocorrendo no Brasil. Isso nos levou a disponibilizar esses recursos para o bem dos brasileiros”, disse o presidente da Anatel, Ronaldo Mota.
O sistema será operado pela Raytheon Espectro Serviços de Telecomunicações Ltda, em colaboração com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O mesmo sistema é utilizado por diversos receptores distribuídos em todo o mundo, totalizando 16 receptores, em 15 localidades. Dentre elas estão Estados Unidos, Chile, Brasil, Austrália, Ilha de Guam, Coreia do Sul, Índia, África do Sul, Noruega, Antártida, Nova Zelândia e Espanha.
Fonte:
Agência Brasil
Rio: Dados atualizados (8h)
Brasília – Os últimos números recebidos pela Defesa Civil do Rio de Janeiro referentes aos desastres provocados pelas fortes chuvas na região Serrana são: 91.868 pessoas afetadas, 9.937 desabrigados; 21. 329 desalojados e 840 óbitos.
Dos 24 municípios atingidos – Angra dos Reis, Areal, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Cambuci, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Macuco, Mangaratiba, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Paraty, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São Fidelis, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Sumidouro, Teresópolis, Trajano de Moraes e Três Rios – sete decretaram estado de calamidade pública: Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, e Teresópolis. E três decretaram situação de emergência: Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci e Sapucaia.
O Ministério da Integração Nacional já disponibilizou a pedido da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio de Janeiro (CEDC/RJ) 4 mil cestas de alimentos para o estado. Cada cesta de alimento tem 24,3kg e atende uma família de cinco pessoas por aproximadamente 15 dias. Nenhuma outra solicitação de assistência humanitária foi feita até o momento.
Os números contabilizados nessa planilha são referentes às ocorrências de todos os municípios do estado no mês de janeiro, e não apenas aos mais divulgados pela mídia. Vale salientar que os dados dos desastres relacionados são dinâmicos, razão pela qual podem sofrer alterações constantes.
Fonte Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Integração Nacional
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Detran distribui segundas vias de identidade a vítimas de chuvas em Petrópólis (RJ)
Detran distribui segundas vias de identidade a vítimas de chuvas em Petrópólis (RJ)
Em São Paulo O Detran, órgão responsável pela emissão de documentos de identidade no Estado do Rio de Janeiro, distribuirá em Itaipava, distrito afetado pelas chuvas em Petrópolis, nesta sexta-feira (28), segundas vias de carteiras de identidade das vítimas das chuvas que perderam seus documentos.
A distribuição começará a partir das 11h, no estacionamento do supermercado Bramil, na estrada União e Indústria, 11.881, com um lote inicial de 346 segundas.
A lista com os nomes das carteiras que já estão prontas está sendo divulgada no site do Detran (http://www.detran.rj.gov.br/) e nos abrigos e entidades que assistem as vítimas da tragédia. As pessoas que já solicitaram a segunda via da identidade e não estão com o nome na lista não precisam buscar o documento amanhã, mas num prazo de uma semana todas deverão ser atendidas, segundo o governo do Rio.
Em São Paulo O Detran, órgão responsável pela emissão de documentos de identidade no Estado do Rio de Janeiro, distribuirá em Itaipava, distrito afetado pelas chuvas em Petrópolis, nesta sexta-feira (28), segundas vias de carteiras de identidade das vítimas das chuvas que perderam seus documentos.
A distribuição começará a partir das 11h, no estacionamento do supermercado Bramil, na estrada União e Indústria, 11.881, com um lote inicial de 346 segundas.
A lista com os nomes das carteiras que já estão prontas está sendo divulgada no site do Detran (http://www.detran.rj.gov.br/) e nos abrigos e entidades que assistem as vítimas da tragédia. As pessoas que já solicitaram a segunda via da identidade e não estão com o nome na lista não precisam buscar o documento amanhã, mas num prazo de uma semana todas deverão ser atendidas, segundo o governo do Rio.
Rio: Dados atualizados (12h)
Brasília – Os últimos números recebidos pela Defesa Civil do Rio de Janeiro referentes aos desastres provocados pelas fortes chuvas na região Serrana são: 91.868 pessoas afetadas, 9.988 desabrigados; 21. 083 desalojados e 836 óbitos.
Dos 24 municípios atingidos – Angra dos Reis, Areal, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Cambuci, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Macuco, Mangaratiba, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Paraty, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São Fidelis, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Sumidouro, Teresópolis, Trajano de Moraes e Três Rios – sete decretaram estado de calamidade pública: Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, e Teresópolis. E três decretaram situação de emergência: Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci e Sapucaia.
O Ministério da Integração Nacional já disponibilizou a pedido da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio de Janeiro (CEDC/RJ) 4 mil cestas de alimentos para o estado. Cada cesta de alimento tem 24,3kg e atende uma família de cinco pessoas por aproximadamente 15 dias. Nenhuma outra solicitação de assistência humanitária foi feita até o momento.
Os números contabilizados nessa planilha são referentes às ocorrências de todos os municípios do estado no mês de janeiro, e não apenas aos mais divulgados pela mídia. Vale salientar que os dados dos desastres relacionados são dinâmicos, razão pela qual podem sofrer alterações constantes.
Planilha de ocorrências do Rio de Janeiro em janeiro de 2011
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Integração Nacional
Dos 24 municípios atingidos – Angra dos Reis, Areal, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Cambuci, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Macuco, Mangaratiba, Nova Friburgo, Paraíba do Sul, Paraty, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São Fidelis, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Sumidouro, Teresópolis, Trajano de Moraes e Três Rios – sete decretaram estado de calamidade pública: Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, e Teresópolis. E três decretaram situação de emergência: Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci e Sapucaia.
O Ministério da Integração Nacional já disponibilizou a pedido da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio de Janeiro (CEDC/RJ) 4 mil cestas de alimentos para o estado. Cada cesta de alimento tem 24,3kg e atende uma família de cinco pessoas por aproximadamente 15 dias. Nenhuma outra solicitação de assistência humanitária foi feita até o momento.
Os números contabilizados nessa planilha são referentes às ocorrências de todos os municípios do estado no mês de janeiro, e não apenas aos mais divulgados pela mídia. Vale salientar que os dados dos desastres relacionados são dinâmicos, razão pela qual podem sofrer alterações constantes.
Planilha de ocorrências do Rio de Janeiro em janeiro de 2011
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Integração Nacional
FAB encerra socorro às vítimas da região serrana na sexta-feira (28)
FAB encerra socorro às vítimas da região serrana na sexta-feira (28)
A Força Aérea Brasileira (FAB) encerrará suas atividades de apoio e socorro às vítimas da tragédia na região serrana do Rio de Janeiro na próxima sexta-feira (28). Os acampamentos e a Unidade Celular de Intendência serão desmontados e transportados para as unidades de origem da Aeronáutica.
O sistema de informação e alerta de voo, que proporciona maior segurança no tráfego de helicópteros, teve suas atividades encerradas na quarta-feira (26) nas cidades de Nova Friburgo e Teresópolis no começo da tarde.
No distrito de Itaipava, em Petrópolis, o sistema foi desativado às 19h da quarta-feira.
Durante dez dias de operações, o sistema registrou aproximadamente 1,7 mil movimentos aéreos, somando os municípios Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo.
A média diária foi de 170 deslocamentos de helicópteros. A maior concentração foi registrada entre os dias 17 e 20, quando houve uma média de 350 movimentos de aeronaves por dia. A cidade de Nova Friburgo apresentou o maior número de deslocamentos de helicópteros, com 996 movimentos.
Durante a operação, a FAB transportou 47 toneladas de carga em helicópteros, 787 passageiros, incluindo 62 pessoas que foram resgatadas em áreas de risco.
27/01/2011 10:33 - Portal Brasil
A Força Aérea Brasileira (FAB) encerrará suas atividades de apoio e socorro às vítimas da tragédia na região serrana do Rio de Janeiro na próxima sexta-feira (28). Os acampamentos e a Unidade Celular de Intendência serão desmontados e transportados para as unidades de origem da Aeronáutica.
O sistema de informação e alerta de voo, que proporciona maior segurança no tráfego de helicópteros, teve suas atividades encerradas na quarta-feira (26) nas cidades de Nova Friburgo e Teresópolis no começo da tarde.
No distrito de Itaipava, em Petrópolis, o sistema foi desativado às 19h da quarta-feira.
Durante dez dias de operações, o sistema registrou aproximadamente 1,7 mil movimentos aéreos, somando os municípios Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo.
A média diária foi de 170 deslocamentos de helicópteros. A maior concentração foi registrada entre os dias 17 e 20, quando houve uma média de 350 movimentos de aeronaves por dia. A cidade de Nova Friburgo apresentou o maior número de deslocamentos de helicópteros, com 996 movimentos.
Durante a operação, a FAB transportou 47 toneladas de carga em helicópteros, 787 passageiros, incluindo 62 pessoas que foram resgatadas em áreas de risco.
27/01/2011 10:33 - Portal Brasil
Ministério das Comunicações vai repor telecentros atingidos por enchentes e deslizamentos
O Ministério das Comunicações vai repor os Telecentros Comunitários que foram danificados por desastres naturais decorrentes das chuvas neste início de ano. Os prefeitos dos municípios atingidos devem acessar o Portal dos Telecentros e preencher corretamente o cadastro.
O ministério vai receber as inscrições e analisar os casos para agendar a reposição dos equipamentos de informática e mobiliário doados no programa de inclusão digital. Entre os desastres naturais considerados, estão enchentes e deslizamentos que tenham causado dano parcial ou total ao telecentro.
Por meio do programa Telecentros Comunitários, o ministério já instalou espaços coletivos de acesso gratuito à internet em 98,25% dos municípios brasileiros. Cada kit doado pelo ministério é composto por um servidor, 10 computadores, câmera de vídeo para monitoramento, um roteador wireless, 11 estabilizadores, uma impressora a laser, um projetor multimídia, 11 cadeiras, uma mesa do professor, 10 mesas para computador, uma mesa para impressora e um armário baixo.
Mais informações podem ser obtidas na Coordenação de Projetos Especiais do Ministério das Comunicações, pelo telefone (61) 3311-6178.
Fonte:
Portal Brasil
Ministério das Comunicações
Data: 26/01/2011
O ministério vai receber as inscrições e analisar os casos para agendar a reposição dos equipamentos de informática e mobiliário doados no programa de inclusão digital. Entre os desastres naturais considerados, estão enchentes e deslizamentos que tenham causado dano parcial ou total ao telecentro.
Por meio do programa Telecentros Comunitários, o ministério já instalou espaços coletivos de acesso gratuito à internet em 98,25% dos municípios brasileiros. Cada kit doado pelo ministério é composto por um servidor, 10 computadores, câmera de vídeo para monitoramento, um roteador wireless, 11 estabilizadores, uma impressora a laser, um projetor multimídia, 11 cadeiras, uma mesa do professor, 10 mesas para computador, uma mesa para impressora e um armário baixo.
Mais informações podem ser obtidas na Coordenação de Projetos Especiais do Ministério das Comunicações, pelo telefone (61) 3311-6178.
Fonte:
Portal Brasil
Ministério das Comunicações
Data: 26/01/2011
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